Suspeito de participar do assassinato de PM pode sair da prisão

Um dos suspeitos de participação no assassinato do soldado da Polícia Militar, Ítalo Bruno Pereira Rocha, em agosto de 2015, pode sair da prisão a qualquer momento. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Justiça (Sejus).

Por meio de nota, enviada ao jornal online Folha Vitória na manhã desta quarta-feira (06), a secretaria informou que já está de posse do alvará de soltura de Weverton Silva Rodrigues, emitido pelo Fórum da Serra. A previsão é de que ele seja liberado ainda nesta manhã.

Na segunda-feira (06), o júri popular decidiu, após dois dias de julgamento, pela absolvição de Weverton. Já os irmãos Fabrício Barbosa da Cruz e Fábio Barbosa da Cruz foram condenados a 38 e 17 anos de reclusão. Já Alessandro Guimarães de Oliveira, apontado pela polícia como o responsável por tomar a arma do soldado e disparar contra ele, foi condenado a 41 anos de reclusão.

Assassinato
O soldado Ítalo tinha 25 anos e foi morto a tiros e pedradas em agosto de 2015, em Jardim Carapina, na Serra. Ele e o amigo haviam ido ao local para um encontro com duas mulheres e  foram atacados próximo a um baile funk. Câmeras de videomonitoramento flagraram todo o crime.

Na época a polícia agiu rápido e em 30 horas o então delegado plantonista na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) prendeu sete suspeitos do crime. Rodrigo Sandi Mori atualmente é titular da Delegacia de Crimes Contra a Vida (DCCV) da Serra e foi convocado para prestar depoimento como testemunha de acusação no julgamento dos acusados. O júri chegou a ter início em maio de 2018, mas a audiência precisou ser adiada após a morte da avó de uma das juradas.