Espírito Santo fecha 2018 com quase 500 casos de infecção pelo Zika vírus

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou na quinta-feira (20), um boletim dos casos confirmados de Zika Vírus no Espírito Santo. Entre 31 de dezembro de 2017 e o dia 15 de dezembro de 2018, foram notificados 499 casos de infecção pelo zika vírus.

Ao todo, 29 municípios tiveram casos confirmados do vírus, são eles: Afonso Cláudio, Alegre, Alfredo Chaves, Anchieta, Aracruz, Bom Jesus do Norte, Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Colatina, Conceição do Castelo, Domingos Martins, Guaçuí, Guarapari, Iconha, Laranja da Terra, Marechal Floriano, Pedro Canário, Santa Maria de Jetibá, Santa Teresa, São Gabriel da Palha, Serra, Venda Nova do Imigrante, Viana, Vila Pavão, Vila Valério, Vila Velha e Vitória.

De acordo com a Pasta, no período de 2015 a 2017, 31 municípios do estado registraram casos confirmados de zika, são eles: Afonso Cláudio, Alto Rio Novo, Aracruz, Baixo Guandu, Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Castelo, Colatina, Domingos Martins, Fundão, Guarapari, Inconha, Irupi, Itaguaçu, Itarana, Iúna, Linhares, Mantenópolis, Marataízes, Marechal Floriano, Mucurici, Muniz Freire, Nova Venécia, Pinheiros, Presidente Kennedy, Santa Teresa, Serra, Sooretama, Venda Nova do Imigrante, Vila Velha e Vitória.

Zika Vírus

O vírus Zika teve sua primeira aparição registrada em 1947, quando foi encontrado em macacos da Floresta Zika, em Uganda. Entretanto, somente em 1954 os primeiros casos em seres humanos foram relatados, na Nigéria. O vírus Zika atingiu a Oceania em 2007 e a Polinésia Francesa no ano de 2013. O Brasil notificou os primeiros casos de Zika vírus em 2015, no Rio Grande do Norte e na Bahia. Atualmente, sua presença já está documentada em cerca de 70 países.

Transmissão

O contágio principal pelo vírus se dá pela picada do mosquito que, após se alimentar com sangue de alguém contaminado, pode transportar o zika durante toda a sua vida, transmitindo a doença para uma população que não possui anticorpos contra ele.

Saiba como se prevenir

– Limpar o quintal, jogando fora o que não é utilizado;

– Tirar água dos pratos de plantas;

– Colocar garrafas vazias de cabeça para baixo;

– Tampar tonéis, depósitos de água, caixas d’água e qualquer tipo de recipiente que possa reservar água;

– Manter os quintais bem varridos, eliminando recipientes que possam acumular água, como tampinha de garrafa, folhas, sacolas plásticas etc.;

– Escovar bem as bordas dos recipientes (vasilha de água e comida de animais, pratos de plantas, tonéis, caixas d’água) e mantê-los sempre limpos.