Mercado Natural: Veja benefícios, cuidados e modos de usar o Óleo de Coco

Raquel Martins, Mercado Natural – Barra de São Francisco

Revisado por Melissa Ganam

O óleo de coco é um óleo extraído da fruta coco e existem dois tipos desse alimento funcional, o refinado e o extravirgem. O primeiro é feito a partir do coco seco, enquanto o segundo é feito com o coco fresco. No último caso, ele deve ser extraído até 48 horas após a colheita, preferencialmente de um fruto que tenha vindo de uma plantação certificada e orgânica.

Normalmente, o óleo de coco é encontrado em estado líquido na temperatura ambiente, só ficando sólido e branco quando colocado em baixas temperaturas. O normal é que ele não estrague ou fique rançoso mesmo quando armazenado há algum tempo. Seus benefícios ainda são controversos entre a comunidade médica e não representam uma unanimidade entre os especialistas. Rico em um tipo diferente de gorduras saturadas, os triglicérides de cadeia média, o alimento conquistou fama, principalmente, por ajudar na perda de peso.

Benefícios do óleo de coco

Óleo de coco ajuda a emagrecer e previne doenças

Apesar da alta quantidade de gorduras saturadas, o argumento de seus defensores é que elas são, em sua maioria, triglicerideos de cadeia média (TCM), e não de cadeia longa, como normalmente encontramos nos alimentos. E a vantagem dessa informação é que eles são mais bem absorvidos pelo corpo, principalmente no fígado, sendo logo convertidos em energia e não se acumulando em forma de gordura no corpo. Eles são os responsáveis pela maior parte dos benefícios do óleo de coco que alguns estudos têm demonstrado e listamos a seguir:

Ajuda a emagrecer: Quem diria que justamente as gorduras saturadas poderiam ser aliadas da dieta, não é mesmo? Um estudo feito no Canadá em 2000 mostrou que pessoas que consumiam o óleo de coco tinham uma maior oxidação das gorduras, processo que causa sua quebra, do que as pessoas que seguiam dietas com óleos comuns. Quando a gordura é quebrada no tecido adiposo, ela é usada em forma de energia, ou seja não fica acumulada no organismo na forma dos famigerados pneuzinhos. Mas os pesquisadores não conseguiram descobrir o mecanismo responsável por essa alteração.

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Outra pesquisa realizada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro indica ainda que o produto nos ajuda a acelerar o metabolismo do organismo. Isso porque o ácido láurico, um dos TCM, fazem as células trabalharem de forma acelerada, consumindo assim mais calorias, o que evitaria o acúmulo de gordura localizada e como resultado favoreceria a perda de peso. De acordo com a pesquisa, o óleo também seria responsável por aumentar o volume de massa magra, os músculos, outros aliados por demandar mais gasto de energia do organismo, ajudando o emagrecimento.

Melhora a imunidade: O ácido láurico e o ácido cáprico, dois dos TCM deste óleo, tem a propriedade de modular o sistema imunológico. Alguns estudos mostram essa relação, mostrando sua eficácia contra fungos, vírus e bactérias, mas os cientistas ainda não descobriram como isso funciona. Uma forma indireta de ele contribuir com a imunidade está na melhora do trabalho do intestino ao eliminar as bactérias ruins.

Traz saciedade: Todos sabemos que essa sensação é a melhor amiga de quem quer perder peso, afinal quanto menos comemos, menos energia extra consumimos. Pesquisadores da Universidade de Columbia e do Centro de Pesquisa sobre Obesidade de Nova York, ambos nos Estados Unidos, verificaram que os TCM ativam hormônios como colecistoquinina, peptídeo YY e peptídeo inibitório intestinal, todos ligados a sensação de saciedade. Isso significa que ao consumir o óleo de coco no café da manhã, por exemplo, a tendência é que a quantidade de comida ingerida nas refeições seguintes seja menor. Além disso, eles indicam que o alimento pode ser bem utilizado em dietas, mas para isso é necessário mudar todo o consumo de gorduras do cardápio, já que ele estará suprindo apenas as quantidades de gordura saturada. Você precisará consumir bem menos carnes vermelhas e frituras e priorizar peixes, oleaginosas, grãos como a linhaça e óleos como o azeite.

Evita a prisão de ventre: Alimentos gordurosos normalmente auxiliam na digestão, pois a gordura se mistura o bolo alimentar e as fezes, facilitando sua passagem pelo sistema digestivo. Além disso, o ácido láurico e suas propriedades antibacterianas eliminam as bactérias ruins do intestino, favorecendo sua microbiota (flora intestinal) e assim melhorando o funcionamento do órgão. Mas, cuidado, o consumo em excesso pode trazer o efeito rebote, causando diarreia.

É amigo da beleza: Alguns estudos mostram que seu consumo melhora a elasticidade da pele. Além disso, seus antioxidantes ajudam no combate dos radicais livres, que causam o envelhecimento precoce.

Ele também pode servir como hidratante natural dos cabelos, aumentando seu brilho e maciez.

Controle do colesterol Alguns estudos mostram a eficiência do óleo de coco no aumento do colesterol bom, o HDL.

Porém a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) inclusive confirma em sua I Diretriz Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (HF) que o ácido láurico presente no alimento tem potencial de aumentar esse tipo de colesterol em relação aos outros tipos de gorduras saturadas, mas também eleva o LDL, considerado um colesterol ruim.

Por isso, a SBC contraindica o óleo de coco para pessoas que tenham colesterol alto, e também solicita estudos adicionais antes de consolidar seu uso para pessoas com outras síndromes em seu metabolismo. O óleo também não deve ser ingerido por pessoas que tomam anticoagulantes.

Principais nutrientes do óleo de coco

Óleo de coco – Por 15 g (uma porção)
Calorias 129 kcal
Carboidratos
Proteínas
Gorduras totais 15 g
Gorduras saturadas 12,97 g
Gorduras monoinsaturadas 0,87 g
Gorduras poli-insaturadas 0,27 g
Cálcio
Potássio
Ferro 0,01 mg
Fósforo
Magnésio
Sódio
Zinco
Vitamina E 0,01 mg
Vitamina K 0,1 mg

Fonte: Tabela do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos

Como é possível perceber pela tabela, o óleo de coco é essencialmente composto por gorduras e em maior parte pela saturada que representa quase 87% da quantidade desse macronutriente.

O alto teor de gordura saturada presente nesse óleo o torna contraindicado por alguns profissionais de saúde. Afinal, esse macronutriente, quando consumido em grande quantidade, pode aumentar a quantidade de colesterol LDL, considerado ruim.

Para comprovar, a quantidade diária indicada de gorduras saturadas é de 22 gramas, para quem consome 2 mil calorias ao dia. Mesmo a porção recomendada de óleo de coco é de 15 g (uma colher de sopa) e contém 12,97 g desse nutriente, o que equivale a 59% do valor diário recomendado. Veja qual porcentagem do Valor Diário* de alguns nutrientes ele carrega por porção:

  • 59% de gordura saturada
  • 27% das gorduras totais
  • 0,15% de vitamina K
  • 0,1% de vitamina E
  • 0,07% de ferro.

* Valores Diários de referência para adultos com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.

Quantidade recomendada de óleo de coco

O ideal é consumir uma colher de sopa de óleo de coco, afinal mais do que isso extrapola as quantidade de gordura saturada diárias.

Riscos do consumo excessivo

Se você ingerir mais do que a quantidade recomendada do óleo, o tiro sairá pela culatra. Afinal, haverá um consumo maior de energia do que seu gasto, o que sempre resulta em sobrepeso. Também pode trazer riscos cardiovasculares, com o aumento do colesterol. Por ajudar na digestão, em alta quantidade ele pode causar diarreia.

Como consumir o óleo de coco

Vale a pena acrescentá-lo a preparações frias, como saladas e sucos de frutas. Caso queira incluí-lo em pratos quentes, use apenas na finalização e não leve ao fogo, para que ele conserve suas propriedades antioxidantes.

  • O óleo de coco pode ser utilizado para finalizar os pratos quentes, promovendo sabor e aroma suaves a pratos como arroz e peixes. Em sua versão extravirgem, pode ser utilizado como tempero de saladas
  • O óleo de coco também pode ser usado na preparação de bolos e tortas
  • Ele pode ser misturado em iogurtes, sucos ou vitaminas. A adição do alimento deixa as bebidas com um gosto leve de coco
  • O óleo de coco não é muito recomendado para ser usado em frituras, pois além de ser um uso pouco saudável, pode deixar os alimentos com gosto de coco, como a batata frita e carnes, por exemplo.

Compare o óleo de coco com outros alimentos

O maior diferencial do óleo de coco é o tipo de gordura saturada que ele contém: seus ácidos graxos são triglicérides de cadeia média. Eles são metabolizados diretamente no fígado e convertidos em energia, que, caso não seja gasta, não se acumula em forma de gordura. Até existem outros alimentos que contém esse tipo de triglicéride, mas as quantidades são tão pequenas que eles sequer são contabilizados. Já no óleo de coco, esse tipo de gordura é maioria dentre as saturadas.

Onde encontrar

Você consegue localizar o óleo de coco em diversos em lojas de produtos naturais, como o Mercado Natural. Ele pode ser vendido na versão para uso culinário ou em cápsulas, como suplemento. É importante consultar um especialista antes de iniciar o consumo das cápsulas, para entender a indicação de consumo diário se sem riscos à saúde.

Óleo de coco virgem, extra-virgem, orgânico ou “sem sabor”?

oleodecoco.org

​O óleo de coco é obtido a partir da prensagem da polpa do coco maduro, e pode ser de basicamente dois tipos: puro (extraído a partir do coco fresco), ou refinado (processado a partir do coco seco). O óleo puro pode ainda vir a ser rotulado como virgem, extra-virgem e orgânico. Continue lendo para entender melhor no que consistem essas categorias, e para quais usos elas são recomendadas.

​1 – Óleo de coco puro ou natural (não-refinado)

O óleo de coco é dito puro ou natural quando extraído a partir do coco fresco, mesmo que seja utilizado um processo de secagem rápida para que o óleo possa ser extraído mecanicamente. ​Como esse processo é rápido e executado em ambiente controlado, o óleo resultante é livre de contaminantes e portanto não precisa ser alvejado e desodorizado como o óleo obtido a partir do coco que é deixado para secar naturalmente ao ar livre.

MAS QUAL É A DIFERENÇA ENTRE O ÓLEO DE COCO VIRGEM E O EXTRA-VIRGEM?

Não existe uma regulamentação oficial que defina o que é um óleo de coco extra-virgem. Várias marcas, entretanto, possuem em suas linhas de produtos essa denominação, e utilizam critérios próprios para defini-la. As principais marcas brasileiras utilizam a despeliculagem como critério para diferenciar o seu óleo extra-virgem daquele rotulado como simplesmente virgem.

Basicamente, elas chamam de virgem o óleo que é obtido a partir da polpa (“carne branca”) ainda recoberta pela película que a separa do endocarpo, e de extra-virgem o óleo obtido a partir da polpa totalmente despeliculada.

Devido ao fato de ser proveniente também da película coco, o óleo virgem dessas marcas apresenta uma coloração amarelada (diferente da coloração translúcida do óleo de sua versão dita extra-virgem), e se destina a aplicações menos nobres (​produção industrial de biscoitos, massas, pães e bolos e fabricação de bases para xampus, condicionadores e saponáceos).

Entretanto, essa definição de virgindade não é compartilhada por todos os produtores, especialmente fora do Brasil. Dessa forma, o mais importante é ficar atento à coloração do óleo que se está comprando.

E POR QUE A PRENSAGEM A FRIO É IMPORTANTE?

Prensado a frio siginifica que foram utilizadas prensas situadas em um ambiente com temperatura estritamente controlada.

​Esse controle de temperatura neutraliza os efeitos do calor gerado pelo atrito mecânico, garantindo que o óleo de coco não seja exposto a temperaturas superiores a aproximadamente 45 graus centígrados. Essa ausência de calor garante que o óleo reterá seu sabor, aroma, cor e nutrientes naturais.

ÓLEO DE COCO ORGÂNICO

O óleo de coco orgânico (com selo emitido por autoridade competente) é aquele submetido a certificação de que os cocos utilizados para a extração do óleo foram cultivados sem o uso de pesticidas. ​

Deve ser considerado, entretanto, que a hermeticidade do endocarpo protege o interior do coco de contaminações com resíduos de pesticidas.

Dessa forma, alguns especialistas acreditam que a real necessidade da existência de um óleo de coco orgânico se justifique não pela qualidade do óleo, e sim pela redução do impacto ambiental que o uso de pesticidas provoca na natureza e comunidades próximas às plantações.

​2 – ​Óleo de coco refinado (“sem sabor”)

Se no rótulo da confecção não estiverem escritas as palavras puro, natural, virgem ou extra-virgem, então o óleo em questão é refinado. Isso significa que ele foi obtido a partir da polpa deixada para secar em condições ambientes, e que – devido à presença de contaminantes – precisou passar por um processo de refino, alvejamento e desodorização. ​

O problema é que, ao ser refinado, o óleo perde boa parte de suas propriedades naturais extrememante benéficas à saúde (além do sabor e odor característicos do coco), e pode – dependendo do processo de refino utilizado -passar a ter componentes químicos em sua composição.

MAS ENTÃO POR QUE ALGUÉM USARIA O ÓLEO REFINADO?

A única vantagem do óleo de coco refinado sobre o puro é o seu maior ponto de fumaça. Ponto de fumaça é quando o óleo atinge a temperatura em que o glicerol se quebra e forma a acroleína, que é irritante aos olhos e à garganta e degrada os componentes nutricionais do óleo. Por isso, um ponto de fumaça alto é importante quando se usa o óleo para fritar ou refogar alimentos, pois esse tipo de preparo alimentar aquece o óleo a temperaturas bastante elevadas.

​Já houve um tempo em que o óleo de coco refinado era muito utilizado no Brasil: comercializado como “gordura de coco” até meados do século XX, ele era muito popular nas cozinhas brasileiras.

Com a chegada do óleo de soja no final da década de 1960, entretanto, a cultura do uso de óleo de coco refinado na cozinha doméstica acabou desaparecendo. Essa situação permanece até os dias de hoje, e até pouco tempo atrás não tínhamos óleos de coco refinados adaptados ao uso doméstico: os únicos óleos refinados produzidos aqui utilizavam o bagaço do coco e por isso precisavam ser muito refinados, ou seja, necessitavam ser submetidos a muitos processos químicos, tornando o seu consumo desaconselhável para o uso não-industrial.

Felizmente, recentemente foi reiniciada no Brasil a produção de óleos refinados a partir da polpa do coco, os quais têm sido rotulados como óleo de coco sem sabor.

7 benefícios ao consumir óleo de coco

Laura Tavares

Quatro colheres de sopa por dia. Essa é a quantia média recomendada para o consumo do óleo de coco, uma gordura saturada, mas de origem vegetal, que está fazendo a cabeça não só de quem está de dieta, mas até daqueles que precisam controlar problemas de saúde. “O produto 100% natural apresenta propriedades que favorecem a perda de peso, reduzem o colesterol ruim e até controlam os níveis de açúcar no sangue”, aponta a nutricionista Cátia Medeiros, da clínica Espaço Nutrição.

Vendido em lojas de produtos naturais, como o Mercado Natural, o óleo de coco apresenta duas versões. Uma delas em cápsulas, que devem ser ingeridas no horário do almoço ou do jantar. Já a versão em óleo pode ser adicionada no preparo dos alimentos, em pastas e patês para acompanhar torradinhas ou mesmo em vitaminas. Para entender como ele age no organismo e conhecer outras boas razões para consumi-lo, o Minha Vida conversou com nutricionistas e elaborou a lista que você confere a seguir.

1 – Controla a compulsão por carboidratos

Além de todos esses benefícios, o óleo de coco certamente deve ser um alimento que não pode faltar na dieta de quem tem diabetes ou de quem não resiste a uma guloseima. “Assim como os alimentos ricos em fibras, ele ajuda a manter níveis estáveis de glicose no sangue e não estimula a liberação de insulina, o que diminui a compulsão por carboidratos”, explica a especialista Cátia Medeiros. Ao contrário de outros óleos poli-insaturados, que dificultam a entrada de insulina e outros nutrientes dentro das células, o óleo de coco favorece essa entrada e, por isso, a taxa de açúcar no sangue fica normalizada.

2 – Promove a saciedade

Por ser uma gordura, o óleo de coco tem uma digestão diferenciada. “Ele permanece mais tempo no estômago do que um carboidrato, por exemplo, o que aumenta a sensação de saciedade”, explica a nutricionista Cátia Medeiros. Com o apetite reduzido fica mais fácil segurar a vontade de petiscar o dia todo, hábito que pode sabotar a dieta e, consequentemente, o desejo de emagrecer.

3 – Acelera o metabolismo

De acordo com a nutricionista Maria Fernanda Cortez, da clínica Nutri & Consult, em São Paulo, se consumido diariamente, o óleo de coco aumenta o gasto energético do organismo. “Ele estimula o funcionamento da glândula tireoide, que está diretamente ligada ao nosso metabolismo, o que aumenta a queima de calorias”, explica. Assim, não adianta apostar em dietas radicais se essa glândula e, consequentemente, seu metabolismo não está funcionando adequadamente. O ponteiro da balança simplesmente não sairá do lugar.

4 – Melhora a prisão de ventre

Por ter rápida absorção e solubilidade, o óleo de coco também é amigo do intestino. “Seus componentes agem normalizando o trânsito intestinal”, diz Cátia Medeiros. As ações benéficas para o intestino também valem no caso de o intestino solto, pois ele ajuda a eliminar bactérias perigosas e favorece o crescimento da flora intestinal saudável.

5 – Reduz o colesterol

O bom funcionamento da tireoide, favorecido pelo consumo de óleo de coco, também garante a redução do colesterol LDL (colesterol ruim) e a elevação do colesterol HDL (colesterol bom). “Isso ocorre porque essa glândula consegue metabolizar esse componente na formação de hormônios essenciais”, explica a nutricionista Maria Fernanda. Com a normalização da taxa de colesterol sanguíneo há diminuição do risco de doenças cardiovasculares.

6 – Fortalece o sistema imunológico

Outro benefício do óleo de coco é o fortalecimento do sistema imunológico. “Ele age no combate e na prevenção contra o ataque de bactérias e fungos que ameaçam nossa saúde e ainda melhora a absorção de nutrientes, reforçando as defesas do organismo”, explica Maria Fernanda. Isso ocorre devido ao ácido láurico, também presente no leite materno e que tem o poder de combater inúmeras infecções.

7 – Combate o envelhecimento precoce

“O óleo de coco promove a diminuição de radicais livres presentes no organismo, responsáveis pelo envelhecimento celular”, aponta a Maria Fernanda. Segundo ela, isso acontece graças a ação de componentes da vitamina E, presentes no óleo. Até certo nível, os radicais livres são benéficos para o corpo, mas o acúmulo pode causar não só o envelhecimento precoce, como também o desenvolvimento de um câncer em decorrência da oxidação de células saudáveis.

​​Parabéns: agora você já sabe escolher o óleo de coco mais apropriado aos seus objetivos.

​REFERÊNCIAS

  1. Brito, N., Navickiene, S., Polese, L., Jardim, E., Abakerli, R., Ribeiro, M. (2002). Journal of Chromatography A,957(2), 201-209.
  2. Duijn, G. V., Dekker, G. D. (2010). Unilever food safety assurance system for refined vegetable oils and fats. Oléagineux, Corps Gras, Lipides OCL, 17(2), 100-103.
  3. Nutricionista Karina Valentim, da PB Consultoria Nutricional, em São Paulo
  4. Livreto “Óleo de coco: a gordura saudável”, do nutrólogo Wilson Rondó Jr. (CRM SP 47.078), de São Paulo
  5. I Diretriz Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (HF) da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Agosto de 2012

Fonte: oleodecoco.org
Fonte: Minha Vida (Veja aqui)
Escrito por Laura Tavares
Revisado por Melissa Ganam Antoun Guedes
Nutrologia – CRM 40145/MG

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