Prefeito Luciano Pereira rebate acusações do ex-vaqueiro Adilson Raimundo

SiteBarra_Barra_de_Sao_Francisco_vaqueiro-do-luciano0O prefeito Luciano Pereira (DEM), através de sua assessoria e equipe de Ralações Públicas, rebateu as acusações do ex-vaqueiro Adilson Raimundo de Oliveira, que declarou à polícia que foi ameaçado por alguém que exigia que ele retirasse um processo que tem contra a família Pereira.

Semanas depois de procurar a polícia e declarar que estava sofrendo ameaças, Adilson voltou a delegacia, dessa vez para denunciar um sequestro. Adilson contou a polícia que dois homens o sequestraram e o levaram para Ecoporanga, onde ele conseguiu fugir. Veja a matéria completa do sequestro aqui.

Na denúncia, Adilson aponta o prefeito Luciano Pereira, o ex-prefeito Edson Henrique Pereira, o Edinho Pereira (pai de Luciano) e Solange Sordine (mãe de Luciano), como suspeitos de mandar sequestrá-lo. Ao ser perguntado pelo delegado, porque suspeitava dos três, Adilson disse que os sequestradores diziam que ele teria que tirar o processo que tem contra a família, caso contrário, cortariam sua língua.

A história de Adilson ganhou repercussão, mas também gerou controvérsias, pois muitos não acreditam que a família Pereira esteja envolvida no caso. Veja abaixo como Luciano rebate as acusações:

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Veja abaixo a declaração na íntegra:

SiteBarra+Barra+de+Sao+Francisco+Mai12-UN-Foto-05.03.12-G50“O ex-vaqueiro da “família Pereira”, Sr. Adilson Raimundo de Oliveira, entrou com uma ação trabalhista contra a família, cujo o processo recebeu o número 0057400-95.2012.5.17.0181, querendo receber direitos supostamente devidos.

O processo correu e no dia 06 de novembro de 201,  a juíza  Titular da Vara do Trabalho, Dra. Cláudia Villaça Poyares, deu a sentença indeferindo vários pedidos de Adilson, por falta de provas e em alguns casos “por ter o autor, confessado em depoimento pessoal, que deixou de receber os valores correspondentes por sua própria vontade”.

Resumindo,o que a família teve de pagar, conforme a juíza arbitrou foi R$2.129,64 (dois mil cento e vinte nove reais e sessenta e quatro centavos) e mais custas do processo. Portanto a “família Pereira” não deve nada a este senhor, como também acreditamos que a recíproca é verdadeira.

Na verdade isto tudo não teria grande importância, se não houvesse uma vinculação na mídia de que o vaqueiro teria “sido ameaçado por motoqueiros não identificados” e que deram a entender para ele que era a mando da “família Pereira”, segundo o que foi divulgado em um site da região cujos responsáveis todos sabem que são ligados a um político que quer retornar sua carreira política. Posteriormente surgiu nova história (estória?) dando a entender que o Sr. Adilson supostamente foi sequestrado por desconhecidos que o levaram para Ecoporanga e tornaram a ameaçá-lo com os mesmos argumentos. Os fatos estão sendo vistos pela maioria da população como mais falso do que nota de três reais, porque todos conhecem a “família Pereira” e sabem que eles não tem o histórico de serem ameaçadores e nem violentos para chegarem a este ponto.

Então será que o Sr. Adilson está mentindo?? Não podemos afirmar isto, pode até ser verdade, mas que tem cheiro de armação, isto tem.

Em conversas nos quatro cantos da cidade muitos relembram de um passado não muito distante em que houve uma armação de atentado com tiros em um fusca, supostamente para colocar como vítima um candidato. Mais recentemente, houve uma tentativa de sequestro de dois cidadãos inocentes também para dar uma motivação política favorável a um determinado grupo.

Tudo é muito estranho e conveniente para alguns políticos derrotados e magoados, todos tem defeitos, pois somos humanos, mas a “família Pereira” deve continuar no seu caminho, morando em Barra de São Francisco, trabalhando pelo melhor dos francisquenses e principalmente mostrando temor e respeito a Deus, frequentando sua igreja e professando a sua fé, pois supostas armações diabólicas são rechaçadas pela fé em Deus.”