Servidores do CSE participam de encontro sobre práticas restaurativas

Servidores do Centro Socioeducativo de Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei (CSE), em Cariacica, participaram nessa terça-feira (07) de mais uma edição do ‘Círculo de Diálogo de Construção de Paz’. A ação faz parte da programação de implementação do projeto Justiça Restaurativa no Instituto de Atendimento Socioeducativo do Espírito Santo (Iases).

Ao todo, 24 servidores participaram da atividade, que teve como tema central a empatia. A psicóloga e servidora do Iases, Inayha Dalvi, uma das facilitadoras dos Círculos de Diálogo no Iases, explicou que o tema é importante não só para os servidores, mas para todo o sistema socioeducativo. “Trabalhar a empatia com os profissionais é um caminho para alcançar o senso de responsabilidade social e a promoção de adolescentes e jovens ao protagonismo nas mudanças do mundo”, explicou.

A metodologia de Justiça Restaurativa aplicada no Iases, com o “Círculo de Diálogo de Construção de Paz”, foi absorvida por meio do Termo de Cooperação Técnica firmado entre o Iases e o Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo (TJES). Essa parceria visa a implementar práticas restaurativas e de mediação no sistema socioeducativo capixaba, por meio do Programa “Reconstruir o Viver”, orientado pela juíza Patrícia Neves.

Além das servidoras Inayha Dalvi e Silvia Neitzel, o círculo também contou com a condução de representantes de outras instituições que compõem a rede de Agentes da Paz no Estado do Espírito Santo: a Polícia Militar do Estado do Espírito Santo (PMES) e a Arquidiocese de Vitória.

A gerente do CSE, Nathalya Galvão, destacou que o momento foi enriquecedor para a promoção da paz e dos Direitos Humanos. “Ter participado do círculo junto aos demais membros da equipe foi um momento único e agregou valor nas relações interpessoais, tanto na criação quanto no fortalecimento de vínculos entre as pessoas, o que nos fez reafirmar nossos valores e diretrizes enquanto promotores dos Direitos Humanos”, disse.

 

Texto: Matheus Moraes