Desconhecido está atacando mulheres na “volta da cobra” e no “Espera que vem”, em Barra de São Francisco

Uma situação absurda está deixando moradores assustados em Barra de São Francisco. Um homem, até agora não identificado, está atacando mulheres que passam de moto na “volta da cobra” e também próximo à entrada para o Tatu, na saída de Barra de São Francisco para Águia Branca.

O que facilita o ataque é o radar com limite de velocidade que tem no local. Quem passa de moto a noite tem que reduzir a velocidade, ficando exposta ao perigo. Mas o caso está acontecendo também em outros trechos, onde motociclistas andam em baixa velocidade, como no trecho conhecido como “volta da cobra”.

De acordo com informações que o SiteBarra teve acesso, o homem se aproxima, encosta a moto dele ao lado da moto das mulheres e tenta pegar nas partes íntimas delas.

Pelo menos três casos já foram confirmados, mas a polícia ainda não conseguiu localizar nenhum suspeito. Lembrando que existem na localidade várias empresas e que mulheres muitas vezes têm que passar no local a noite, voltando do trabalho.

De acordo com as mulheres que foram atacadas, o homem anda em uma moto, aparentemente uma CG, de cor vermelha e com farol xenon. “O susto e o medo foi grande, não consegui anotar a placa“, disse uma das vítimas.

Além do abuso, as mulheres relatam também o risco de acidente, pois da maneira que ele se aproxima a vítima fica desequilibrada na moto, podendo cair.

Local já foi alvo de reclamações

A polícia já recebeu outras reclamações sobre esse mesmo trecho da rodovia. Vários casos de furto foram registrados no local.

Quando motociclistas diminuíam a velocidade, eram abordados por bandidos armados e tinham a moto furtada.

Denúncia

Em muitos casos como este, a informação não chega até a polícia, pois muitas vítimas, por medo ou vergonha, acabam não registrando o boletim de ocorrência.

Uma das vítimas alerta que mulheres que foram atacadas têm que denunciar, pois facilitará para a polícia encontrar o criminoso. A ocorrência pode ser feita e o nome da vítima pode ser preservado.