5 empresas que valem bilhões, mas não dão lucro

Algumas das empresas mais valiosas do mundo no momento são startups que movimentam bilhões de dólares por ano. Mas apesar dos altos investimentos e do faturamento milionário, muitas destas empresas ainda operam no vermelho.

Isto significa que elas gastam mais do que arrecadam, investindo em um crescimento acelerado, muita pesquisa e desenvolvimento e inovação. Por isso, apesar de movimentar muito dinheiro, ainda registram prejuízo.

Confira a seguir cinco empresas bilionárias que ainda não têm o hábito de registrar lucro.

Uber

Dara Khosrowshahi, CEO da Uber. Foto: PHILIP PACHECO/AFP/Getty Images

Dara Khosrowshahi, CEO da Uber. Foto: PHILIP PACHECO/AFP/Getty Images

A empresa que virou sinônimo de “serviços sob demanda” no Vale do Silício só cresce. Após um complicado IPO, a Uber registrou US$ 867 milhões em receita no trimestre terminado em agosto, um aumento de 72% na comparação ano-a-ano. Mas, no mesmo período, o prejuízo da startup ficou em nada menos do que US$ 5 bilhões.

WeWork

Foto: TIMOTHY A. CLARY/AFP/Getty Images

Foto: TIMOTHY A. CLARY/AFP/Getty Images

Líder global no setor de escritórios de coworking, a WeWork vem enfrentando problemas internos. Uma tentativa de IPO recente tornou pública parte das receitas da companhia, que, em um ano, dobrou a sua receita e também o seu prejuízo, perdendo US$ 1,8 bilhão em 2018.

Tesla

Foto: AP/Jae C. Hong

Foto: AP/Jae C. Hong

Famosa pelos carros elétricos, direção autônoma e pelo excêntrico fundador, Elon Musk, a Tesla não pode se gabar de suas finanças. Fundada em 2003, a startup chegou a registrar raros trimestres no azul, mas, no segundo trimestre de 2019, período em que a empresa bateu recorde de vendas, ela teve prejuízo de US$ 408 milhões.

Spotify

Foto: REUTERS/Lucas Jackson

Foto: REUTERS/Lucas Jackson

No mercado de música por streaming, os suecos do Spotify lideram com folga, mas as finanças da empresa não são de dar inveja. Fundada em 2008, a startup levou 10 anos para registrar lucro trimestral pela primeira vez no início de 2019, mas, em julho, voltou a dar prejuízo de US$ 3,34 milhões, mesmo com o número global de assinantes crescendo.

Nubank

Foto: REUTERS/Paulo Whitaker

Foto: REUTERS/Paulo Whitaker

A maior e mais famosa startup brasileira também está na lista das empresas bilionárias no vermelho. Mesmo fazendo parte do seleto grupo de startups avaliadas em mais de US$ 10 bilhões (os chamados “decacórnios”), o Nubank teve prejuízo operacional de R$ 139 milhões no trimestre terminado em agosto – um aumento de 172% na perda de dinheiro.