A bebida alcoólica está presente no cotidiano de todo mundo: depois de um dia cheio de trabalho, para reunir os amigos no fim de semana ou em comemorações diversas. Tão comum quanto associá-la à diversão, também é fácil reconhecer o álcool como um dos maiores causadores de morte.

Segundo a OMS, mais de 3 milhões de pessoas morrem, por ano, por excederem o consumo de bebidas alcoólicas. No mundo, uma em cada 20 mortes está relacionada à substância.

Nem mesmo o limite imaginário entre beber socialmente e abusar da bebida pode evitar os prejuízos. “Não há consumo de álcool seguro, há sempre um risco”, diz Vladimir Bosniak, da OMS.

Além de causar dependência, o álcool também pode provocar doenças graves e induzir à morte, quando a pessoa embriagada associa a bebida ao volante, causando acidentes.

De acordo com o levantamento feito pela Organização Mundial da Saúde, as principais vítimas de abuso do álcool são os homens, que representam 75% dos casos fatais.

Bosniak explica que a substância é o principal fator de risco à saúde para pessoas que têm entre 15 e 49 anos. Os casos mais graves se concentram na Europa, onde o consumo médio por pessoa é maior.

Por isso, a OMS defende que os impostos sejam maiores para bebidas alcoólicas e que haja restrições para propagandas, promoções e compra, já que o custo para a sociedade é maior do que o lucro do comércio do álcool. Para assistir às matérias do Jornal da Record, acesse Playplus.com.

Fonte: Jornal da Record/ R7