SiteBarra+Barra+de+Sao+Francisco+20150328135123 (2)0Uma confusão na Boate Imperium PUB, em Nova Venécia, terminou em morte na madrugada deste sábado (28). A briga entre os dois grupos teria começado por causa de uma disputa por mesa no estabelecimento.

Segundo informações do proprietário do Imperium Pub, um grupo de amigos reservou uma mesa no 2º andar, mas, quando chegou no local, a mesa havia sido ocupada por empresários, que estavam com dois seguranças particulares. Os dois grupos começaram a discutir por causa da mesa.

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O dono do estabelecimento contou ainda que, após conseguir ficar com a mesa que havia reservado, José Roberto Evaldo Messias (conhecido como Robi), 26 anos, saiu do local, foi ao carro e retornou armado, rendendo um vigilante do pub. Em seguida, começou a atirar contra os seguranças particulares do grupo de empresário. Um deles, identificado como Leandro, de 30 anos, morreu na hora.

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De acordo com testemunhas, após atirar contra o segurança, José Roberto Evaldo Messias saiu do pub e ainda teria trocado tiros com um policial e fugiu de caminhonete. Algumas horas depois, a polícia encontrou o corpo de Messias dentro do veículo em Boa Esperança, município vizinho, que fica a 30 km de distância do pub.

Morte-1O corpo foi encontrado com uma arma na mão e perfuração na cabeça. A caminhonete de Messia estava com o pneu furado e marcas de tiros.

Veja a matéria divulgada na manhã deste sábado

Relato de uma jovem que esteva na boate Imperium Pub

O empresário José Roberto Messias, 26 anos, conhecido como Robi, assassinou o homem, até o momento identificado como Leandro,  dentro da Boate Imperium Pub, em Nova Venécia, na noite desta sexta-feira, 27 de março de 2015.

Segundo a polícia militar, houve um desentendimento e Robi atirou em Leandro. A polícia apreendeu no local uma arma calibre .32, usada por Robi no crime.

Robi fugiu, mas foi encontrado morto horas depois em Boa Esperança, município vizinho.

 Robi era proprietário de uma oficina mecânica, ao lado da Boate, na saída de Nova Venécia para Vila Pavão.

Leandro era de São Mateus e trabalhava como segurança.

Muitos jovens estão até agora assustados e se sentindo aterrorizados com a cena de violência. “Não frequento nunca mais, me senti insegura. Achei que ia morrer”, disse uma jovem de 19 anos

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