ES: vereadora afastada por suspeita de ‘rachid’ continua recebendo salário

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Atualizado em 28 de junho de 2018
Regis Coelho


Mesmo afastada do cargo na Câmara de Linhares, a vereadora Rosinha Guerreira continua recebendo salário como funcionária ativa. É o que mostra do Portal da Transparência da Casa, na internet. Ela está fora do cargo depois de ter sido presa por suspeita de “rachid”, quando o político exige parte do salário de um servidor público em troca da manutenção do cargo.

Rosinha foi presa na operação “Salário Amigo”, no dia 26 de fevereiro. A vereadora chegou a ser levada para o presídio de Colatina e confessou o crime, dizendo que usava o dinheiro para comprar remédios e cestas básicas para eleitores. Os bens dela foram bloqueados. Atualmente ela já está em liberdade.

O salário recebido pela vereadora afastada é de R$ 6.192,00, de acordo com o Portal de Transparência, que ainda mostra que a suplente dela Pâmela Maia, que é quem está efetivamente no cargo, também recebe a mesma remuneração.

A informação passada pela Câmara foi de que o Poder Legislativo chegou a recorrer à Justiça para que Rosinha não recebesse mais a remuneração, mas que o pedido não foi aceito. Também foi informado que os funcionários comissionados do gabinete dela foram todos exonerados.

Ainda segundo a Câmara, o prazo de afastamento de Rosinha Guerreira termina no dia 3 de julho, o que significa que se até o dia seguinte não houver nenhum impedimento por parte da Justiça, ela pode reassumir a cadeira no legislativo municipal.

Sobre essa possibilidade, o Tribunal de Justiça (TJ-ES) explicou que é preciso aguardar as próximas decisões da juíza responsável pelo processo.

Rosinha Guerreira foi presa e afastada do cargo por suspeita de rachid, em Linhares, ES (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)

Rosinha Guerreira foi presa e afastada do cargo por suspeita de rachid, em Linhares, ES

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