Veja 10 animais que também gostam de drogas e quais eles usam

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Atualizado em 5 de janeiro de 2017
Bruno V. J. de Jesus

Nem só os humanos gostam de ficar doidões. Quem diria, mas o reino selvagem também tem seus adictos. Ou nem tão selvagem assim, já que gatos domésticos e cavalos também gostam de ficar chapados, com a diferença que nos primeiros não existem efeitos colaterais, ao passo que nos segundos o uso contínuo pode até matá-los.

Mas o fato é que algumas espécies consomem regularmente substâncias específicas encontradas na própria natureza, que além de fonte de alimento, também fornecem algum grau de alteração e excitação, como no caso dos minicangurus australianos comedores de ópio. Confira os 10 animais mais doidões da natureza e tire suas próprias conclusões.

Jaguar – O equivalente ao “rivotril” do Jaguar é uma raiz encontrada nas florestas da América do Sul, chamada Banisteriopsis caapi. Ela possui uma substância em comum com os antidepressivos vendidos nas farmácias, e fazem esses felinos terem alucinações. (Eduardo Merille/Flickr)

Cavalos – Os equinos também têm sua “nicotina”: a locoweed, encontrada na América do Norte, é altamente viciante, e torna os cavalos dependentes, podendo até matá-los. (Moyan Brenn/Flickr)

Gatos – Não estranhe se o seu gato estiver doidão correndo atrás do próprio rabo com as pupilas dilatadas: ele pode ter ingerido um pouco do conhecido catnip ou nepeta (derivado da planta Nepeta cataria), uma substância psicoativa que acalma felinos agressivos e estimula aqueles mais apáticos. Felizmente, o catnip não vicia nem faz mal aos bichanos. (Laurinha Lii/Flickr)

Renas – Se você acha que comer cogumelos alucinógenos é coisa de hippie, é melhor rever seus conceitos. As renas siberianas adoram “cogumelos mágicos”, comuns nas regiões frias, os quais elas procuram tanto como fonte de nutrição como também para dar um relax. (Tristan Ferne/Flickr)

Golfinho-de-dentes-rugosos – Os golfinhos dessa espécie, quem diria, com suas carinhas de bonzinhos, são verdadeiros junkies. O barato deles é comer baiacus, um peixe que secreta uma substância chamada tetrodotoxina, milhares de vezes mais poderosa que cocaína e maconha, por exemplo, e centenas de vezes mais tóxica que o veneno da mamba negra. (Mark Interrante/Flickr)

Elefantes – Esses enormes paquidermes adoram uma birita. Para tanto, eles estão sempre em busca da maruleira, uma árvore que produz frutos doces com um suco fermentado, capaz de deixá-los suavemente embriagados. (Todd Dailey/Flickr)

Macaco-Vervet – Os macacos dessa espécie são paus d’água inveterados. Desde que descobriram o efeito da cana de açúcar quando fermentada, planta comum no Caribe, os Vervet abusam dessa cachaça natural. Aliás, a maioria deles prefere a cana à água para se hidratarem. (Wikicommons)

Wallabies – A região da Tasmânia, na Austrália, é uma das maiores produtoras de ópio do mundo para uso medicinal. Seus maiores consumidores, no entanto, são os wallabies. Esses pequenos marsupiais invadem os campos de papoulas, tomam sua dose de ópio e ficam doidões correndo de um lado para o outro. (Yun Huang Yong/Flickr)

Musaranho – Natural da Tailândia, o musaranho é viciado em néctar fermentado de palmeira, chegando a consumir o equivalente a uma dúzia de taças de vinho sem que fique embrigado. Apesar de pequeno, bebe como gente grande. (Wikicommons)

Abelhas – Quem nunca passou da conta na bebida e perdeu-se no caminho de volta pra casa? Pois é, as abelhas volta e meia fazem isso. Mas em vez de cerveja ou cachaça, elas se intoxicam de néctar fermentado. Quando conseguem chegar à colmeia, algumas são até punidas pelas outras por terem abusado. Moralistas? (Fractality/Flickr)

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